Implementar projectos de formação inter-empresas consiste em juntar num mesmo grupo um conjunto de pessoas que, embora provenientes de organizações distintas, apresentam um quadro de necessidades de desenvolvimento de competências que é, genericamente, comum.
Em certos contextos, que abordaremos em seguida, é a melhor forma (se não a única) de dotar os colaboradores de competências essenciais ao bom desempenho das suas tarefas.


A formação inter-empresas revela-se extremamente adequada quando a necessidade está centrada no desenvolvimento de competências de base (por isso, mais genéricas), e / ou quando a empresa, o departamento ou a função em causa não têm uma dimensão relevante para a constituição de um grupo de formação. Também constitui uma excelente oportunidade de expôr os colaboradores à aprendizagem proveniente do contacto com experiências e culturas organizacionais diversas, de sectores de actividade semelhantes, ou mesmo distintos.


Para que o investimento resulte num retorno efectivo da melhoria do desempenho, é necessário assegurar um conjunto de premissas que atenuem / eliminem as eventuais vulnerabilidades deste tipo de formação. Para isso a ProPeople concebeu uma estratégia de desenvolvimento destas acções fundamentada em 3 passos, a saber:

    . análise exaustiva das Fichas de Inscrição
, para sistematizar o perfil dos participantes     (sectores de actividade, empresas, experiência na função e motivações à participação);

    . design dos cursos de acordo com os elementos recolhidos
na fase anteriormente     descrita - definição de temas, construção de casos práticos e simulações, escolha de     suportes pedagógicos adequados à população em causa;

    . acções de follow-up
com os participantes, por forma a sustentar as melhorias     preconizadas - estas serão definidas de acordo com as especificidades do grupo e com     as temáticas em causa.

 

Deste modo, garantimos que, apesar de integrados em grupos “artificiais”, entre indivíduos com experiências diversas, os participantes têm oportunidade de se rever nas acções de formação, e assim maximizarem o potencial de aprendizagem, logo o RETORNO DO INVESTIMENTO, dos próprios e da organização.