DJ PHILL KAY

Qual o teu nome e idade?
Filipe Esteves, 30 aninhos.

Quando, como e onde nasceu o Phill Kay?
No inicio por brincadeira em festas privadas e em escolas, depois ganhei-lhe o gostinho e em 2000 no inicio do novo milénio decidi dedicar-me a cem por cento, e cá estou.

És um dj freelancer por opção? Porquê?
Sim, neste momento sou. Comecei como freelancer, depois passei por residências e de há 2 anos para cá achei que estava no momento certo para alargar os horizontes e como residente fica difícil para o fazer, ainda no ano que passou tive que me ausentar durante quase um mês numa Tour para o Brasil e vou com regularidade á Suíça sextas e sábados seguidos.

Foi importante para a tua carreira já teres sido residente?
Para mim foi e penso que é um dos elementos chaves para conseguir vingar em qualquer pista de dança, porque independentemente da casa que se é residente, em todas elas o publico acaba por nunca ser o mesmo dai podermos variar musicalmente e por vezes em noites mais complicadas com menos gente temos que aprender a manter a casa alegre para que essas poucas pessoas continuem lá, já para não falar das imensas horas que temos para aperfeiçoar técnicas.

Como te defines musicalmente?
Gosto de música (ponto final) hahahaha.
Essa pergunta nunca é muito fácil de responder, mas basicamente toda a musica que me entre bem no ouvido, que seja alegre e com movimento (PUMPIN) como dizemos na gíria. Acho que não nos devemos sujeitar a um único estilo, até porque os Club´s são diferentes as festas também, daí termos que variar consoante o publico. Em suma seja House, Minimal ou Techno temos que por a festa a mexer.

Em que contexto entraste na KAOS?
Comecei primeiro por participar nos eventos e de seguida com a edição das minhas produções.

Qual a vantagem de estares agenciado?
A vantagem é ter uma estrutura organizada que cuida da minha imagem e de toda a comunicação do meu trabalho.

De todos os dj´s com que já partilhaste a cabine, qual aquele que te marcou mais?
Porquê?
O Style of Eye pela sua simpatia e irreverência.
Passo a contar o episódio: A musica entra na quebra (daquelas quebras sem nada durante largos segundos) ele tira os phones diz adeus e ficamos todos, incluindo o publico, de boca aberta a pensar que ele ia mesmo embora, afinal fazia parte do show, brutal.

Em que disco gostarias de  tocar um dia?
Cocoon (Frankfurt).

Actualmente, tens te distinguido muito pela produção. Onde vais buscar a inspiração para produzir?
A inspiração vem música a música, mas o importante, pelo menos a nível de inspiração, é andarmos de bem com a vida, que no meu caso basta chegar a casa todos os dias e olhar para a minha filhota. Claro que isto só não chega, são precisas muitas e muitas horas em frente ao computador que por sua vez exige muito espírito de sacrifício, temos que por vezes deixar a família de parte e prescindir de tempo livre para nós para nos dedicarmos a 100% á música.

Djing ou produção? O que é mais gratificante para ti?
Ambas. Cada uma á sua maneira mas que no fim acabam por se encontrar, porque tanto uma como outra tem a mesma finalidade, transmitir emoções.
Gosto de fazer música e saber que ela tem sucesso, que os dj´s a tocam e que as pessoas gostem de a ouvir e como dj não há nada melhor do que estar numa cabine a transmitir emoções para quem nos ouve e receber essas mesmas emoções a dobrar quando sentimos que está tudo ao rubro.

Como surgiu o projecto:"PHILL KAY & The Warrior", com o Nuno Guerreiro?
Conhecemo-nos no Salão do Eduardo Beauté que é o nosso Hairstylist, numa festa em que eu actuava o Nuno apareceu e a ideia surgiu através da minha mulher.
Nos dias seguintes trocamos algumas impressões e decidimos avançar e juntar a música electrónica a um cantor com os excelentes dotes vocais como é o exemplo do Nuno.

Como analisas o mercado actual do djing?
Como em todas áreas actualmente está em “crise”, existe muita oferta para pouca procura, muita dessa oferta de fraca qualidade por preços mais acessíveis que só vem baralhar mais as coisas, porque por vezes as casas escolhem esses caminhos dão-se mal e depois pensam que é tudo igual, mas pessoalmente não me posso queixar muito, temos é que nos esforçar muito mais do que há uns tempos atrás e mostrar mais trabalho através da produção que para mim é um dos pontos que podemos mostrar diferença e sobressair.

O que achas do estado na noite em Portugal?
Acho que se perdeu um pouco o espírito de querer ouvir coisas novas independentemente de quem as toca ou faz, tirando isso continuamos a ser um povo bastante festivo.

Qual a tua opinião sobre a pirataria?
Infelizmente é algo que nunca vai ter fim mas que pode vir a diminuir, porque já existem maneiras mais baratas de comprarmos música, filmes seja o que for dai não haver tanta necessidade de “piratear”. Hoje em dia podes comprar só uma música que gostes de um álbum em vez de teres que comprar o cd completo através das lojas online para nomear um exemplo.

Que projectos tens "na manga"?
Tenho neste momento o Annual Kaos 2010 a sair para as lojas, é um cd triplo já conhecido das massas misturado por mim e mais para finais de Março o meu álbum que incluirá o Hit “Sinto-me Deus”, “Its Your Loss” que consagra os excepcionais dotes vocais de Nuno Guerreiro (tema do qual foram agora editadas dez novas remixes), uma versão do “Tainted Love” com Nuno também, outra do clássico “Forever Young” com Zoey Callandria e ainda um original com Bambs (vocalista dos Bambs Cooper) de nome “Mess Arround” entre outros

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