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Desastres foram mais graves dentro das cidades
Do número de acidentes que ocorreram nestes três meses, os mais graves ocorreram dentro das cidades
P. S.
A despeito da redução global do número de acidentes de viação no interior das cidades e principais vilas do continente e ainda nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira (menos 500), o número de vítimas mortais e de feridos ligeiros aumentou consideravelmente no primeiro trimestre de 2002 na área de jurisdição da Polícia de Segurança Pública.
Para isso contribuiu o aumento dos acidentes de viação nas áreas urbanas dos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Setúbal, Viana do Castelo e Viseu e das vítimas mortais nos distritos de Beja, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Setúbal e Vila Real.
Nestes três meses, em Lisboa, aconteceram menos 800 acidentes que no primeiro trimestre de 2001 mas, este ano, morreram nas ruas da capital mais cinco pessoas (21), o que acentua bem a brutalidade dos desastres.
Na região autónoma da Madeira aumentaram os acidentes de viação - mais 253 que no primeiro trimestre de 2001 -, mas houve menos uma vítima mortal (oito em 2001 e sete este ano). Também os feridos graves diminuiram, aumentando, em contrapartida, os feridos ligeiros.
Os três comandos da PSP das ilhas açorianas verificaram igualmente um aumento signicativo da sinistralidade. Nas ilhas do Faial, Pico, Flores e Corvo (PSP da Horta) houve, neste trimestre, menos uma dezena de acidentes que no primeiro trimestre de 2001, mas neles morreram mais pessoas (três) que em todo o ano passado (uma).
No grupo oriental (ilhas de S. Miguel e Santa Maria) aumentaram os acidentes, mas houve menos mortos e feridos graves.
A PSP de Angra do Heorismo (ilhas Terceira, S. Jorge e Graciosa) contou mais duas dezenas de acidentes este ano (220) e mais um morto (três) que no primeiro trimestre de 2001.
Fonte: DN [Diário de Notícias] 13.04.202
13/04/2002 07:17:37
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